Healthy Recipe of the Day!

Today’s recipe comes from the awesome Robin Romero. Healthy Lasagna! Doesn’t get much better than that!
http://www.facebook.com/PrissyLilBadAss

lasagna

Sliced zucchini and grilled on a pan till soft. Make the sauce from scratch with tomatoes, basil, garlic, salt and pepper. Put a layer of sauce, a layer of zucchini, a layer of 112g 96/4 ground beef, more sauce, another layer of zucchini, 112 g fat free cottage cheese, more sauce, 28 g 2% mozzarella. Baked at 375 for 30 minutes. Let cool and enjoy!

Advertisements

Com eventos importantes à vista, falar inglês vai ser essencial

Pesquisa revela que Brasil está entre os piores países que falam a língua inglesa, ocupa a
31ª posição. Novos projetos visam mudar essa realidade e universalizar o inglês nas escolas

 

Passada a euforia dos Jogos Olímpicos de Londres, começa a contagem regressiva para as Olimpíadas de 2016 que serão realizadas no Rio de Janeiro. E quem não fala, ou não domina o inglês, deve começar a se preparar desde já, pois esta será a língua oficial da Rio 2016. Porém, o cenário linguístico não é muito animador. A última pesquisa da instituição internacional, Education First (EF), realizada em 2011, mostra que o inglês dos brasileiros é um dos piores do mundo. Em um ranking de 44 países, o Brasil ocupa a 31ª posição ficando abaixo de países como a Argentina, a Guatemala, El Salvador e Índia.

De olho na capacitação da população, a Prefeitura do Rio criou o Rio Criança Global, projeto que visa universalizar o ensino do inglês nas escolas municipais e já capacitou 1,4 mil professores e beneficiou 400 mil alunos do 2º ao 8º ano do Ensino Fundamental. Até 2014, o Rio Criança Global pretende atender todos os 530 mil alunos do 1º ao 9º ano, das 1.066 escolas municipais. Outra iniciativa da Prefeitura é o Previ-Rio Bilíngue, uma parceria com instituições de ensino de inglês para conceder cursos aos dependentes (de 6 a 21 anos) de servidores que ganham até sete salários mínimos.

No mundo globalizado em que vivemos não é novidade para ninguém que falar inglês deixou de ser um diferencial e se tornou um requisito mínimo nos currículos. Diante do imediatismo dos brasileiros, vários cursos prometem ensinar inglês em até 18 meses. No entanto, o que parece ser a solução dos problemas daqueles que não têm tempo a perder, na verdade, pode ser perda de dinheiro. Pelo menos, é o que alerta o gerente de vendas e representante de Cambridge no Brasil Carlos Trindade. Ele explica que na ausência de um órgão fiscalizador, com capital inicial e CNPJ, qualquer pessoa pode abrir um curso livre, que pode ser de qualquer área: informática, música, desenho, língua estrangeira, entre outros.

“Entretanto, devemos diferenciar os cursos intensivos dos cursos rápidos. O intensivo funciona, pois como o próprio nome diz é uma intensificação da carga horária. O curto não, porque você tem aulas duas vezes por semana em um ano e seis meses. É importante lembrar que velocidade não combina com profundidade. O aluno do curso rápido vai falar, mas terá um conhecimento superficial da língua”, assegura Trindade.

Certificações internacionais

Carlos Trindade afirma que dos quatro milhões de candidatos do mundo inteiro a certificações internacionais de Cambridge, menos de 50 mil estão no Brasil. Ele acredita que a baixa procura por parte dos brasileiros está associada ao ensino da língua inglesa ser deixada em segundo plano, e os cursos não incentivarem a busca pelas certificações. Como Cambridge oferece avaliações para diferentes níveis de inglês, Carlos afirma que o índice de aprovação mundial é de 97%.

Para a publicitária e universitária Carolina Menescal, de 25 anos, as certificações fizeram toda a diferença. Mesmo após seis anos estudando inglês e gostando bastante da língua, a jovem não se sentia segura ao falar. Durante o curso preparatório, Carolina foi se aprofundando e em uma viagem aos Estados Unidos, foi a responsável por um grupo de dez pessoas.

“As certificações também me ajudaram em processos seletivos de estágio, pois alguns tinham provas de listening. Como trabalho com linguagens de informática, uso o inglês todos os dias. Mas foi durante a viagem aos Estados Unidos que fui mais testada. Eu era a única que falava inglês, o grupo inteiro dependia de mim”, lembra a estudante de Sistemas da Informação e com inglês aprovado por Cambridge e Michigan.

No entanto, para o estudante de Gestão Ambiental e Engenharia Agrícola e de Recursos Hídricos Daniel Bragança, de 22 anos, ter a certificação e perder o contato com a língua após anos de estudo pode não ser tão válido assim. O universitário que fez curso por seis anos admite que ganhou fluência após um estágio no Jardim Botânico.

“Eu tinha um bom conhecimento no idioma, mas fluência mesmo eu adquiri com o estágio. Como o Jardim Botânico é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio, eu tinha contato com falantes nativos. Isso foi uma experiência de grande valor. Hoje, vejo que vale muito mais economizar para um intercâmbio do que passar tanto tempo em um curso”, analisa Daniel.

Além do verbo “To Be”

É comum associar o ensino de inglês nas escolas ao verbo to be. Mas para o professor e especialista em linguística aplicada ao ensino de inglês pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Ricardo Benevides, a língua ensinada nas escolas pode ir muito além. Criatividade e dedicação ajudam a driblar algumas dificuldades e tornam a aula mais interessante. Outro engano é pensar que o inglês instrumental deve ser utilizado somente para a leitura. Sobre as diferenças entre cursos particulares e as escolas regulares, ele destaca que, nas escolas, a flexibilidade para trabalhar os conteúdos é muito maior do que nos cursos, que têm uma metodologia muito rígida.

“Muitos professores acreditam que o inglês instrumental não deve trabalhar a pronúncia. Quem só trabalha com gramática, não dota o aluno de conhecimento. Em uma turma de trinta e cinco alunos da rede estadual, consegui com que os alunos apresentassem trabalhos sobre o meio ambiente. Eles fizeram apresentações musicais e audiovisuais bem legais”, conta Ricardo, que é professor da rede estadual, da rede municipal de Itaboraí, e de um curso particular.

A professora titular da PUC São Paulo, Rosinda Guerra Ramos, cansou de argumentar que o conceito de inglês instrumental voltado somente para a leitura está errado. Para evitar maiores dores de cabeça, a comunidade acadêmica propôs a mudança de nome para “inglês para fins específicos”. Ela conta que a metodologia chegou ao Brasil na década de 1970 para o ensino de francês. Em 1978, a professora Maria Antonieta Alba Celani, da PUC-SP, com apoio do Ministério da Educação e do Conselho Britânico criou o projeto “Inglês Instrumental em Universidades Brasileiras” que, em meados da década de 1980, teve a adesão das antigas escolas técnicas.

“Inglês instrumental e para fins específicos são a mesma coisa em qualquer lugar do mundo, mas no Brasil há essa distinção. O mito de que instrumental é leitura existe, porque no início do projeto verificou-se que os alunos precisavam ler. Então, o foco era esse. Na verdade, trabalhamos com as necessidades dos alunos que precisam saber usar a língua dentro de seus campos de atuação: negócios, vendas, turismo, hotelaria, entre outros”, explica.

Inglês para pilotar

Recentemente 130 pilotos foram reprovados nos testes de inglês da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De 2007 até fevereiro deste ano, foram avaliados 8.549 pilotos e 2.209 foram reprovados. A avaliação, que dura cerca de trinta minutos, é composta por quatro testes orais individuais nos quais o candidato fala sobre o cotidiano de seu trabalho e propõe soluções para problemas padrão e emergencial, após ouvir as situações. Os testes, realizados por professores contratados pela Anac, são gravados para análise e posterior elaboração de relatórios de avaliação.

Os requisitos de proficiência linguística estabelecidos pela ICAO estão voltados para a avaliação da proficiência comunicativa – as habilidades de falar (speaking) e compreender (listening), requerem o uso de uma escala padronizada para toda a comunidade da aviação – ICAO Language Proficiency Rating Scale. Esta escala define seis níveis de proficiência linguística, variando de Pré-Elementar (nível 1) a Expert (nível 6), englobando seis áreas de descrição linguística: pronúncia, estrutura, vocabulário, fluência, compreensão e interações orais. Pilotos que demonstram proficiência na língua inglesa em nível operacional (nível 4) devem ser avaliados pelo menos uma vez a cada três anos e os que demonstram proficiência em nível avançado (nível 5) devem ser avaliados pelo menos uma vez a cada seis anos. Já quem possui nível expert (nível 6) não necessita ser reavaliado.

Wesley Bonfante, 23 anos, não é piloto, mas resolveu começar a estudar o idioma aos 11 anos de idade em um curso comunitário oferecido por uma igreja e entre idas e vindas nos cursos, somaram-se sete anos de estudos. Formado em Letras, após um Teach Training Course (TTC, especialização oferecida por cursos de inglês) se tornou professor do idioma em um curso particular. Agora, Wesley disputa uma vaga para trabalhar no programa Disney International College, em Orlando.

“Para aprender qualquer língua, a pessoa tem que gostar. Outra coisa que sempre digo aos meus alunos é que a assiduidade é muito importante. Isso me ajudou bastante. Várias vezes estava desanimado ou cansado, mas não deixava de ir às aulas. Atualmente, a internet é um excelente recurso para músicas e vídeos”, incentiva Wesley.

Fonte: http://www.ofluminense.com.br/editorias/revista/com-eventos-importantes-vista-aprender-falar-ingles-vai-ser-essencial

Novidade no mercado, iogurte grego tem mais gordura que o tradicional

Recém-chegado às gôndolas dos supermercados –e forte candidato a virar mania– o iogurte grego tem até o dobro de calorias e três vezes mais gordura que o iogurte tradicional.

Um pote (100 g) do produto da marca Vigor tem 5,1 gramas de gordura saturada e 151 calorias, contra 1,3 grama de gordura e 58 calorias do tipo natural da mesma marca. Já o da Nestlé tem 113 calorias contra 74 do tradicional (sempre considerando a porção de 100 gramas), e quase a mesma quantidade de gordura.

As marcas lançaram campanhas neste mês divulgando as vantagens do iogurte, que já é velho conhecido nos Estados Unidos e na Europa. As principais diferenças em relação ao tradicional são a consistência mais firme e a menor acidez. “É como se fosse concentrado”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria.

Editoria de Arte/Folhapress

O que garante a textura diferente é a gordura –o da Vigor tem creme de leite na fórmula. E todos já vêm adoçados, com açúcar mesmo.

“É um iogurte pesado”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, especialista em nutrição funcional. Para ela, a novidade só tem desvantagens. “Por ser um derivado lácteo, presume-se que seja saudável. Mas duas porções por dia desse iogurte são 300 calorias. Socorro.”

Para quem está de dieta, nem pensar. “Compensa muito mais tomar um copo de leite magro e comer uma fatia de queijo branco. Dá mais saciedade”, complementa.

O iogurte grego está sendo vendido em embalagens de 100 gramas, enquanto o tradicional vem em potes de 170 gramas ou 200 gramas. “Fizeram potes pequenos para o consumidor não assustar com o total de calorias”, opina a nutricionista Daniela Jobst.

“Tem que tomar cuidadoporque, em comparação com o normal, só aumenta o que é ruim: açúcar e gordura. E é a pior gordura que tem [a saturada], de origem animal.”

O novo iogurte pode, entretanto, funcionar para matar a vontade de comer doce. “Às vezes, a pessoa come algo light e acha que não comeu nada. Esse produto deve ajudar a segurar a onda, e é fonte de cálcio e de proteína”, afirma a nutricionista Antonaccio.

GORDO, MAS GOSTOSO

Por meio de nota, a Nestlé informou que o iogurte grego faz parte de uma nova categoria, “voltada para quem busca como principais atributos sabor e textura”. O produto não é vendido como sendo de baixa caloria, lembra.

A Vigor disse que sua proposta “é oferecer um produto superior do ponto de vista de cremosidade e sabor”. Segundo a nota, toda a gordura do iogurte vem do creme de leite, “que garante a textura”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1158487-novidade-no-mercado-iogurte-grego-tem-mais-gordura-que-o-tradicional.shtml

Por que proteínas são tão necessárias na gravidez?

Os aminoácidos que compõem as proteínas são os tijolos das células do nosso corpo, assim como do bebê em desenvolvimento. É fundamental consumir doses adequadas de proteína na gravidez toda, mas, especialmente, no segundo e no terceiro trimestres, quando o bebê cresce mais rápido. Nessa fase, os seios e órgãos internos da mãe estão também crescendo para acomodar as necessidades do bebê.

Existe uma quantidade indicada de proteína?

Os especialistas aconselham mulheres grávidas a ingerir cerca de 70 gramas de proteína por dia (equivalente a dois copos de leite, um filé de peito de frango de 140 gramas , mais duas colheres de arroz, uma concha de feijão preto e duas colheres de salada de grão-de-bico), e as não grávidas, mais ou menos 45 gramas.

Você não precisa ficar quebrando a cabeça ou comprar uma balança para comer exatamente isso todos os dias. O importante é manter uma média no decorrer de alguns dias ou uma semana. Ou seja, um dia pode ter mais e outro, menos.

Entre as principais fontes de proteínas estão as carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, leite, queijos e iogurte.

Embora produtos de origem animal contenham proteínas completas (todos os nove componentes dos aminoácidos) e alimentos de origem vegetal não, uma alimentação diversificada e equilibrada ajudará você a consumir tudo o que precisa para se manter saudável.

Mesmo se você for vegetariana, poderá suprir suas necessidades diárias de proteína através de outras fontes alimentares, como laticínios, leguminosas (feijão, por exemplo) e produtos à base de soja como tofu.

Veja a seguir uma lista de alimentos ricos em proteína:

Laticínios
• 1/2 xícara de queijo tipo cottage: 14 gramas
• 1/2 xícara de ricota: 13,5 gramas
• pote de iogurte de baixa caloria (220 gramas): 9 a 12 gramas
• 2 colheres de sopa de queijo parmesão: 4 gramas
• 2 fatias de queijo mussarela: 6 gramas
• 1 xícara de leite semidesnatado : 8 gramas
• 1 ovo grande (frito ou cozido): 6 gramas

Leguminosas e castanhas
• 1/2 xícara de tofu cru (firme): 20 gramas
• 1 xícara de lentilha cozida: 18 gramas
• 1 xícara de feijão preto: 15 gramas
• 1 xícara de feijão carioca: 15 gramas
• 1 xícara de grão-de-bico: 12 gramas
• 30 gramas de amendoim torrado: 7 gramas
• 1 xícara de leite de soja: 8 gramas

Carne, frango e peixe
• 1/2 peito de frango assado (85 gramas): 27 gramas
• 1 coxa de frango assado (45 gramas): 12,5 gramas
• 1 ante-coxa de frango assado (50 gramas): 13,5 gramas
• 85 gramas de salmão: 23 gramas
• 1 filé de linguado de 130 gramas: 30 gramas
• 85 gramas de atum enlatado em água: 20 gramas
• 1 hambúrguer de carne bovina de 85 gramas (assado): 21 gramas
• 1 bife de carne bovina (85 gramas): 27 gramas

Sinais de carência de proteína

Preste atenção e converse com seu médico se você apresentar perda de peso, fadiga muscular, tiver infecções com frequência e grande retenção de líquido no corpo.

A falta de proteína durante a gestação pode comprometer o desenvolvimento fetal. Os pesquisadores já sabem que a má nutrição materna é um dos principais fatores que prejudicam o crescimento intrauterino.

Fonte: //brasil.babycenter.com/a5800040/alimenta%C3%A7%C3%A3o-na-gravidez–a-import%C3%A2ncia-das-prote%C3%ADnas#ixzz2VSy4MSDB

Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante

A importância de saber outros idiomas no mundo dos negócios se tornou vital. Após a globalização, ficou difícil ter pleno sucesso na carreira profissional sabendo apenas um idioma. A cada ano que passa, o domínio de línguas estrangeiras, principalmente o inglês, tornou-se requisito primordial para evoluir na profissão e para alcançar maiores patamares profissionais.

Com a padronização da prática do inglês nas corporações do mundo todo, as culturas, termos técnicos e linguagens se fundem cada vez mais e todas as companhias falam praticamente a mesma língua, independentemente da localidade no planeta. Para isso, é necessário um conhecimento profundo do inglês para conversas com parceiros internacionais e realizar viagens para o exterior, por exemplo. Segundo pesquisa realizada pela Catho Online, intitulada “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, que contou com a participação de 16.207 profissionais de diversas áreas, apenas 7,7% dos entrevistados informou ter o domínio da língua inglesa.

Ainda de acordo com o levantamento da Catho Online, os profissionais de níveis hierárquicos mais alto são os que possuem mais conhecimento no idioma, como presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%). O nível hierárquico de trainee também mostra maior conhecimento na língua inglesa. Na pesquisa de 2007, 22,4% dos respondentes falava inglês, enquanto na edição de 2009, esse número subiu para 24,5%.

O profissional que quer estar preparado deve ter a visão de que é fundamental buscar o conhecimento de outra língua para não ficar de fora das oportunidades do mercado de trabalho. Para Analigia Martins, gerente de marketing da Englishtown, escola de inglês online, o processo de relacionamento entre empresas de todo o mundo tem se intensificado a cada ano, e as empresas de países emergentes já têm a possibilidade de competir em um mercado global. “Considerando que o inglês foi escolhido para ser o idioma oficial no mundo dos negócios no âmbito internacional, é preciso que o profissional esteja apto a se comunicar no idioma com diversas nacionalidades, inclusive”, comenta Analigia.

Uma coisa é conhecer um idioma, outra é dominá-lo. A competitividade e concorrência exigem muito do profissional, e a comunicação correta e assertiva do inglês é essencial. Cristiano Prado, gerente de infraestrutura e novos investimentos, da Frijan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de janeiro), viajou recentemente para Nova Iorque para realizar uma apresentação em uma multinacional parceira: “para fazer apresentações internacionais, é preciso aprender a língua, mas também é preciso ter a percepção de que a realidade internacional é diferente da nacional”. Segundo Cristiano, muitas vezes, em apresentações ou em debates, as pessoas fazem colocações onde percebe-se que estão fora do contexto cultural do país visitado, muito embora estejam dentro do contexto brasileiro e de sua empresa. “O maior desafio é se fazer entender, respeitando a cultura do interlocutor”, observa.

Algumas frases são praticamente padronizadas no mundo dos negócios. Termos e expressões como feedback, networking, core business e uma série de outras, são diariamente utilizadas dentro das corporações brasileiras e tornaram-se essenciais para a comunicação entre colaboradores, empresas e parceiros. “Ainda que não use uma outra língua imediatamente, a conexão mundial promovida pela internet e assuntos de âmbito global, como sustentabilidade e responsabilidade social, requerem dos profissionais conhecimentos em outras línguas, especialmente o inglês, para discutir tais tópicos em relações de trabalho”, aponta John Rogers, professor de inglês “in company” e que já lecionou para CEOs de grandes empresas brasileiras. Ainda para Rogers, como muitas expressões no mundo dos negócios são em inglês, muitas reuniões profissionais acabam tendo uma quantidade enorme dessas expressões, mesmo que a reunião toda seja feita em português. “Nos dias de hoje, é necessário ter uma noção básica da língua de qualquer maneira”, completa.

No caso de apresentações internacionais, como palestras e congressos, outra barreira a ser ultrapassada é a questão cultural. Além de conhecimentos técnicos, termos e expressões no idioma inglês, o profissional deve ter o conhecimento da cultura e ambiente em que vive a pessoa que está recebendo a mensagem. Analigia Martins, gerente da English Town revela: “um dos maiores desafios do executivo é adaptar-se rapidamente para a comunicação com pessoas nativas no idioma ou de outras nacionalidades, já que diferentes sotaques e expressões idiomáticas influenciam muito na compreensão da mensagem”.

Processo seletivo

Para concorrer a uma vaga de trabalho, dominar ou ter bons conhecimentos em outra língua é muito importante e definitivamente tornou-se um diferencial nos processos seletivos. Praticamente todos os programas de trainee de hoje em dia, por exemplo, exigem o domínio em outro idioma. Muitas vezes, a própria entrevista pode ser feita em inglês, a fim de testar os conhecimentos da língua e também os técnicos, do mundo dos negócios.

O concorrente deve tomar cuidado para não tentar usar palavras muito rebuscadas, que, na hora do estresse e nervosismo, podem ser mal colocadas ou mesmo parecer sem sentido, comprometendo o desempenho. John Rogers explica como procede para orientar seus alunos: “com o desenvolvimento das habilidades de ler, escrever, entender e falar inglês, começamos a usar situações mais específicas e assuntos mais profundos, como opinião sobre política, fatos históricos ou assuntos da área na qual o estudante atua ou irá atuar”.

Fonte: Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante | Portal Carreira & Sucesso

A Importância do Inglês no Mercado de Trabalho

A cada dia, cresce nas empresas a exigência do domínio do inglês na hora de selecionar candidatos. Aqueles que já têm sua posição na empresa também são pressionados a aprender o idioma. Veja por que isso acontece.

 

Globalização e Negócios

Estamos cercados de produtos ou serviços fornecidos por marcas estrangeiras de alcance mundial. Da mesma forma, marcas brasileiras fazem o caminho contrário, passando a se destacar em mercados distantes, como por exemplo, nos setores de alimentos (Sadia, Perdigão), petróleo (Petrobras), aviação (Embraer), Bebidas (InBev, belgo-brasileira, agora dona da até então americana Budweiser) para citar apenas alguns. No mundo dos negócios, o inglês tem sido desde há muito tempo a língua padrão, a permitir que executivos troquem informações, não importando sua origem, seja americana, japonesa, chinesa, árabe ou qualquer outra.

Muita gente questiona a real necessidade do inglês para funções que em tese não envolveriam o contato com pessoas de outros países. Mas na visão das empresas, em uma relação comercial com um cliente ou fornecedor, é desejável que, por exemplo, o profissional do setor financeiro trate de assuntos de seu departamento diretamente com seu colega no exterior, que a equipe de logística comunique-se diretamente com a equipe com a mesma função na empresa cliente ou fornecedora, e assim por diante. Com isso, ganha-se eficiência em uma escala inestimável. Para essas empresas, é impossível pensar em interação com empresas estrangeiras se somente seus altos executivos saiberem falar inglês satisfatoriamente.

 

Tecnologia

Profissionais que lidam com tecnologia, seja desenvolvimento ou aplicação, são os que mais precisam do inglês como ferramenta de trabalho. Em parte em razão do papel dos Estados Unidos na criação e desenvolvimento de novas tecnologias, em parte pelo fato de o inglês ser a língua mais internacionalmente disseminada, é justamente nesse idioma que são trocadas informações, escritos manuais, divulgadas pesquisas.

No Brasil é notável o número de vagas em setores como Tecnologia da Informação que não são preenchidas porque falta nos candidatos um bom nível de compreensão e comunicação na língua inglesa.

 

Turismo

A indústria do turismo é um dos setores mais promissores para a geração de empregos no Brasil. O número de turistas estrangeiros que desembarcam no Brasil cresce acima da média mundial. A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 já aquecem o setor, que se prepara para atender a demanda desses dois eventos e para o aumento do fluxo de visitantes que virá como consequência da massiva exposição que o país e suas belezas naturais terão nesse período, gerando um ciclo vicioso, pois sabe-se que é bem comum um estrageiro que tenha visitado o Brasil voltar com familiares e amigos em outras oportunidades.

 

Outros setores e perspectivas

Falar bem o inglês também abre portas em muitos outros setores de nossa economia, notadamente naqueles ligados a serviços, incluindo-se o de educação.

O que antes costumava ser um plus é hoje e será ainda mais no futuro próximo um item básico no currículo de qualquer profissional.

Depoimento/ Testimonial

michel
Michel Stein – Bagé, Rio Grande do Sul
Aluno de Inglês

As aulas da Mariana são show!
Digo isso não apenas pela didática mas pelo conhecimento
sobre o assunto sendo assim como aluno não saio da aula com dúvidas.
Vale salientar que é muito interessante ter aula com alguém que é nativa
conhece bem a língua e tem propriedade ao ensinar. Valeu Mariana.

A Importância do Inglês no Mundo

O fenômeno da súbita globalização do mundo e da consequente necessidade de uma linguagem eficiente de comunicação é um fato que não depende de nele acreditarmos ou não. Sendo assim, aprender um idioma se tornou uma necessidade básica para profissionais de diversas áreas e para aqueles que se preparam para ingressar em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo. O domínio de idiomas significa crescimento, desenvolvimento e, acima de tudo, melhores condições de acompanhar as rápidas mudanças que vêm ocorrendo nesse novo e tecnológico século.

A crescente internacionalização dos mercados levou as nações a adotarem o Inglês como o idioma oficial do mundo dos negócios e considerando a importância econômica do Brasil como país em desenvolvimento, dominar o Inglês se tornou sinônimo de sobrevivência e integração global. O aprendizado do Inglês abre as portas para o desenvolvimento pessoal, profissional e cultural. O mercado atualmente considera um requisito básico no momento da contratação que ocandidato domine o Inglês. Muitas vezes o conhecimento do Inglês significa um salário até 70% maior.

As Universidades hoje, conscientes da importância do Inglês no contexto social e profissional estão testando cada vez mais o conhecimento desse idioma em seus vestibulares. Por essa razão, não só o profissional que já atua no mercado precisa ter conhecimento da língua como também o jovem que deseja ingressar em um curso de graduação. O Inglês deixou de ser luxo para integrar o perfil do profissional ou futuro profissional por mais jovem que ele seja. A realidade é uma só; ou você domina um ou mais idiomas _ e o Inglês é primordial _ ou suas chances serão menores.

Com o advento da Internet , os conhecimentos de Inglês se tornaram fundamentais para aquele que busca fazer uma pesquisa eficiente na Web. A Internet tende a ser, no futuro, um dos mais poderosos instrumentos tecnológicos aptos a trazer e levar informações de forma mais eficiente e a tendência é que as pessoas se dêem conta disso cada vez mais rápido. Se você domina o Inglês, todas as suas buscas na rede lograrão êxito.

O Inglês é um idioma conhecido em qualquer lugar do mundo. Até na China se fala Inglês. Se você gosta de viajar, nada melhor do que dominar um idioma falado em qualquer parte domundo. Sua viagem com certeza será mais agradável e você não será um turista que só tira fotose faz gestos para tentar conseguir o que quer. Pense em todas essas questões e busque já se integrar com o mundo.

Fonte: http://www.scribd.com/doc/37761444/A-Importancia-do-Ingles-no-mundo

Brasil perde oportunidades por falta do inglês

Apesar de o número de pessoas estudando inglês no Brasil ter crescido, o domínio do idioma ainda deixa a desejar, segundo especialistas e pesquisas na área. Várias oportunidades foram perdidas pelo Brasil por falta de profissionais com domínio do inglês. Muitas empresas que tinham projetos no país acabaram optando pela Costa Rica e Argentina por falta de mão-de-obra qualificada, ou seja possuidoras do inglês fluente.

Em se tratando de fluência, o Brasil atualmente perde para cinco países da América Latina no índice mundial de proficiência em inglês feito pela Education First (EF). Entre 2007 e 2009, mais de 2 milhões de estudantes de inglês de 44 países foram avaliados, e os brasileiros ficaram na 31ª posição, no limite entre as categorias “proficiência baixa” e “proficiência muito baixa”. O Brasil perdeu para Argentina, México, Costa Rica, Guatemala e El Salvador, além de Malásia e Arábia Saudita.

A professora universitária Adélia Fernandes acredita que na área da comunicação o Brasil anda perdendo muito quando o assunto envolve o idioma inglês. “É fundamental o profissional saber outro idioma para acessar conteúdos de outros países, de outras culturas. Nós possuímos a todo instante muita ligação internacional. O que acontece em qualquer lugar do mundo influencia nosso cotidiano e o precisamos dar conta disso. Os leitores de jornais querem saber como está sendo o combate às drogas na Inglaterra, na França, em Israel, nos EUA, na Argentina. Não basta só falar do Brasil, tem que dar uma dimensão mais mundial. O brasileiro precisa ler revistas estrangeiras, assistir vídeos estrangeiros”, ressalta.

No entanto, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franquias (ABF), o ensino de inglês no Brasil está em expansão: entre 2010 e 2011, o faturamento das 73 redes de escolas de idiomas, que já somam 6.215 unidades pelo país, cresceu 11% e chegou a R$ 3,1 bilhões. É um resultado positivo, embora nem todos ainda tenham adquirido esta consciência da necessidade do idioma. “O fato de o Brasil estar sendo cada vez mais palco de eventos internacionais deixa mais que óbvia a necessidade do inglês para nós. Como divulgar conteúdos apenas em português? É fundamental ultrapassar a barreira que uma única língua impõe. Algumas áreas do mercado ainda podem ser bem realizadas com o conhecimento de português apenas. Outras não. Precisam mesmo de mais inglês”, conclui Adélia.

O avanço da comunicação não nos deixa mentir: Hoje, quem não tem o inglês, fica para trás. Seja para quem quer uma vaga, seja para a empresa que deseja expandir ou mesmo para o próprio país, que necessita receber demandas e novas possibilidades a todo tempo. Muito pode ser feito para mudar este quadro para ajudar as pessoas a adquirirem a fluência no idioma que disponibiliza a chave para o mundo!