Veja benefícios da Zumba, aula aeróbica movida a ritmos latinos

Aula de fitness com músicas latinas queima de 300 a 800 calorias!

Atividade promete afinar a silhueta, definir os músculos e momentos de muita diversão. Tudo de maneira dançante!

Cansada dos treinamentos sempre iguais de aeróbica da academia? Chegou a hora de conhecer a zumba! A aula de fitness promete fazer você queimar calorias e tonificar os músculos dançando e fazendo movimentos ao ritmo de músicas latinas empolgantes como salsa, merengue, cumbia, reggaeton, cha cha cha, latin pop, samba, reggae, calypso e bachata. “Como é um ritmo derivado de músicas latinas, o gasto de calorias é alto e as aulas são com muita intensidade”, explica o educador físico Thiago Martinez.

Mas não precisa ficar assustada achando que não conseguirá entrar no ritmo. Quem pratica a zumba afirma que não é preciso saber dançar para começar as aulas. Há diversos tipos de passos e a atmosfera é propícia a se arriscar no rebolado, já que o clima é de pura festa.

Corpinho em forma

“A zumba favorece o corpo todo, porém age nas pernas e tronco com mais ênfase, devido às posturas específicas e passos marcados do ritmo latino”, afirma Martinez. De acordo com o profissional, essas áreas são mais torneadas porque esse tipo de exercício exige mais esforços e movimentos dos membros inferiores e da cintura.

Tal qual outras atividades aeróbicas, como andar de bicicleta e fazer aulas de jump, a zumba contribui para a queima (e muita!) de calorias, o que, aliado a uma alimentação balanceada, gera o emagrecimento. Segundo Martinez, uma frequência média de duas a quatro aulas por semana promove um gasto calórico que pode ser visto no espelho em cerca de dois meses. Convidativo, não?

Por que zumba?

“A vantagem é o momento lúdico que a atividade proporciona, além da promoção da saúde cardiovascular”, define o educador físico. Isso porque as aulas propiciam momentos de distração ao mesmo tempo de intensa atividade do organismo.

Esses são os principais motivos para experimentar a zumba, mas além disso é uma atividade física divertida, já que dançando e fazendo os movimentos você nem percebe que está se exercitando; é fácil, qualquer pessoa pode participar pois os passos são básicos; é diferente de tudo que já existiu nas academias; e o mais importante: é eficaz, já que ajuda a deixar seu corpo em forma.

Martinez destaca que a atividade não pode ser comparada à musculação, já que o exercício com aparelhos visa trabalhar músculos específicos, enquanto a zumba tem como objetivo o corpo todo, focando a parte cardíaca, similar às aulas de ginástica.

Como surgiu?

Devolver a diversão ao fitness. Foi o que fez o colombiano Alberto Perez, conhecido como Beto. O professor de aeróbica criou a modalidade por acaso, quando improvisou uma de suas aulas com músicas latinas que tinha no seu carro. Percebendo o sucesso da aula, o profissional passou a adaptar o formato, resultando no que conhecemos hoje como zumba. A fama de Beto ficou tão grande que até a cantora Shakira o contratou como coreógrafo de um de seus discos.

Em 2001, vivendo nos Estados Unidos, Beto juntamente com mais dois especialistas em exercícios físicos criaram o Zumba Fitness. Desde então, a modalidade se espalhou pelo mundo, e hoje está presente em cerca de 75 países.

Por Larissa Faria

Texto: Amanda Dias Consultoria: Thiago Martinez, educador físico especialista em correção postural.

Fonte: www.zumbabrasil.blogspot.com.br

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Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante

A importância de saber outros idiomas no mundo dos negócios se tornou vital. Após a globalização, ficou difícil ter pleno sucesso na carreira profissional sabendo apenas um idioma. A cada ano que passa, o domínio de línguas estrangeiras, principalmente o inglês, tornou-se requisito primordial para evoluir na profissão e para alcançar maiores patamares profissionais.

Com a padronização da prática do inglês nas corporações do mundo todo, as culturas, termos técnicos e linguagens se fundem cada vez mais e todas as companhias falam praticamente a mesma língua, independentemente da localidade no planeta. Para isso, é necessário um conhecimento profundo do inglês para conversas com parceiros internacionais e realizar viagens para o exterior, por exemplo. Segundo pesquisa realizada pela Catho Online, intitulada “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, que contou com a participação de 16.207 profissionais de diversas áreas, apenas 7,7% dos entrevistados informou ter o domínio da língua inglesa.

Ainda de acordo com o levantamento da Catho Online, os profissionais de níveis hierárquicos mais alto são os que possuem mais conhecimento no idioma, como presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%). O nível hierárquico de trainee também mostra maior conhecimento na língua inglesa. Na pesquisa de 2007, 22,4% dos respondentes falava inglês, enquanto na edição de 2009, esse número subiu para 24,5%.

O profissional que quer estar preparado deve ter a visão de que é fundamental buscar o conhecimento de outra língua para não ficar de fora das oportunidades do mercado de trabalho. Para Analigia Martins, gerente de marketing da Englishtown, escola de inglês online, o processo de relacionamento entre empresas de todo o mundo tem se intensificado a cada ano, e as empresas de países emergentes já têm a possibilidade de competir em um mercado global. “Considerando que o inglês foi escolhido para ser o idioma oficial no mundo dos negócios no âmbito internacional, é preciso que o profissional esteja apto a se comunicar no idioma com diversas nacionalidades, inclusive”, comenta Analigia.

Uma coisa é conhecer um idioma, outra é dominá-lo. A competitividade e concorrência exigem muito do profissional, e a comunicação correta e assertiva do inglês é essencial. Cristiano Prado, gerente de infraestrutura e novos investimentos, da Frijan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de janeiro), viajou recentemente para Nova Iorque para realizar uma apresentação em uma multinacional parceira: “para fazer apresentações internacionais, é preciso aprender a língua, mas também é preciso ter a percepção de que a realidade internacional é diferente da nacional”. Segundo Cristiano, muitas vezes, em apresentações ou em debates, as pessoas fazem colocações onde percebe-se que estão fora do contexto cultural do país visitado, muito embora estejam dentro do contexto brasileiro e de sua empresa. “O maior desafio é se fazer entender, respeitando a cultura do interlocutor”, observa.

Algumas frases são praticamente padronizadas no mundo dos negócios. Termos e expressões como feedback, networking, core business e uma série de outras, são diariamente utilizadas dentro das corporações brasileiras e tornaram-se essenciais para a comunicação entre colaboradores, empresas e parceiros. “Ainda que não use uma outra língua imediatamente, a conexão mundial promovida pela internet e assuntos de âmbito global, como sustentabilidade e responsabilidade social, requerem dos profissionais conhecimentos em outras línguas, especialmente o inglês, para discutir tais tópicos em relações de trabalho”, aponta John Rogers, professor de inglês “in company” e que já lecionou para CEOs de grandes empresas brasileiras. Ainda para Rogers, como muitas expressões no mundo dos negócios são em inglês, muitas reuniões profissionais acabam tendo uma quantidade enorme dessas expressões, mesmo que a reunião toda seja feita em português. “Nos dias de hoje, é necessário ter uma noção básica da língua de qualquer maneira”, completa.

No caso de apresentações internacionais, como palestras e congressos, outra barreira a ser ultrapassada é a questão cultural. Além de conhecimentos técnicos, termos e expressões no idioma inglês, o profissional deve ter o conhecimento da cultura e ambiente em que vive a pessoa que está recebendo a mensagem. Analigia Martins, gerente da English Town revela: “um dos maiores desafios do executivo é adaptar-se rapidamente para a comunicação com pessoas nativas no idioma ou de outras nacionalidades, já que diferentes sotaques e expressões idiomáticas influenciam muito na compreensão da mensagem”.

Processo seletivo

Para concorrer a uma vaga de trabalho, dominar ou ter bons conhecimentos em outra língua é muito importante e definitivamente tornou-se um diferencial nos processos seletivos. Praticamente todos os programas de trainee de hoje em dia, por exemplo, exigem o domínio em outro idioma. Muitas vezes, a própria entrevista pode ser feita em inglês, a fim de testar os conhecimentos da língua e também os técnicos, do mundo dos negócios.

O concorrente deve tomar cuidado para não tentar usar palavras muito rebuscadas, que, na hora do estresse e nervosismo, podem ser mal colocadas ou mesmo parecer sem sentido, comprometendo o desempenho. John Rogers explica como procede para orientar seus alunos: “com o desenvolvimento das habilidades de ler, escrever, entender e falar inglês, começamos a usar situações mais específicas e assuntos mais profundos, como opinião sobre política, fatos históricos ou assuntos da área na qual o estudante atua ou irá atuar”.

Fonte: Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante | Portal Carreira & Sucesso