Healthy Recipe of the Day!

Today’s recipe comes from the awesome Robin Romero. Healthy Lasagna! Doesn’t get much better than that!
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lasagna

Sliced zucchini and grilled on a pan till soft. Make the sauce from scratch with tomatoes, basil, garlic, salt and pepper. Put a layer of sauce, a layer of zucchini, a layer of 112g 96/4 ground beef, more sauce, another layer of zucchini, 112 g fat free cottage cheese, more sauce, 28 g 2% mozzarella. Baked at 375 for 30 minutes. Let cool and enjoy!

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Com eventos importantes à vista, falar inglês vai ser essencial

Pesquisa revela que Brasil está entre os piores países que falam a língua inglesa, ocupa a
31ª posição. Novos projetos visam mudar essa realidade e universalizar o inglês nas escolas

 

Passada a euforia dos Jogos Olímpicos de Londres, começa a contagem regressiva para as Olimpíadas de 2016 que serão realizadas no Rio de Janeiro. E quem não fala, ou não domina o inglês, deve começar a se preparar desde já, pois esta será a língua oficial da Rio 2016. Porém, o cenário linguístico não é muito animador. A última pesquisa da instituição internacional, Education First (EF), realizada em 2011, mostra que o inglês dos brasileiros é um dos piores do mundo. Em um ranking de 44 países, o Brasil ocupa a 31ª posição ficando abaixo de países como a Argentina, a Guatemala, El Salvador e Índia.

De olho na capacitação da população, a Prefeitura do Rio criou o Rio Criança Global, projeto que visa universalizar o ensino do inglês nas escolas municipais e já capacitou 1,4 mil professores e beneficiou 400 mil alunos do 2º ao 8º ano do Ensino Fundamental. Até 2014, o Rio Criança Global pretende atender todos os 530 mil alunos do 1º ao 9º ano, das 1.066 escolas municipais. Outra iniciativa da Prefeitura é o Previ-Rio Bilíngue, uma parceria com instituições de ensino de inglês para conceder cursos aos dependentes (de 6 a 21 anos) de servidores que ganham até sete salários mínimos.

No mundo globalizado em que vivemos não é novidade para ninguém que falar inglês deixou de ser um diferencial e se tornou um requisito mínimo nos currículos. Diante do imediatismo dos brasileiros, vários cursos prometem ensinar inglês em até 18 meses. No entanto, o que parece ser a solução dos problemas daqueles que não têm tempo a perder, na verdade, pode ser perda de dinheiro. Pelo menos, é o que alerta o gerente de vendas e representante de Cambridge no Brasil Carlos Trindade. Ele explica que na ausência de um órgão fiscalizador, com capital inicial e CNPJ, qualquer pessoa pode abrir um curso livre, que pode ser de qualquer área: informática, música, desenho, língua estrangeira, entre outros.

“Entretanto, devemos diferenciar os cursos intensivos dos cursos rápidos. O intensivo funciona, pois como o próprio nome diz é uma intensificação da carga horária. O curto não, porque você tem aulas duas vezes por semana em um ano e seis meses. É importante lembrar que velocidade não combina com profundidade. O aluno do curso rápido vai falar, mas terá um conhecimento superficial da língua”, assegura Trindade.

Certificações internacionais

Carlos Trindade afirma que dos quatro milhões de candidatos do mundo inteiro a certificações internacionais de Cambridge, menos de 50 mil estão no Brasil. Ele acredita que a baixa procura por parte dos brasileiros está associada ao ensino da língua inglesa ser deixada em segundo plano, e os cursos não incentivarem a busca pelas certificações. Como Cambridge oferece avaliações para diferentes níveis de inglês, Carlos afirma que o índice de aprovação mundial é de 97%.

Para a publicitária e universitária Carolina Menescal, de 25 anos, as certificações fizeram toda a diferença. Mesmo após seis anos estudando inglês e gostando bastante da língua, a jovem não se sentia segura ao falar. Durante o curso preparatório, Carolina foi se aprofundando e em uma viagem aos Estados Unidos, foi a responsável por um grupo de dez pessoas.

“As certificações também me ajudaram em processos seletivos de estágio, pois alguns tinham provas de listening. Como trabalho com linguagens de informática, uso o inglês todos os dias. Mas foi durante a viagem aos Estados Unidos que fui mais testada. Eu era a única que falava inglês, o grupo inteiro dependia de mim”, lembra a estudante de Sistemas da Informação e com inglês aprovado por Cambridge e Michigan.

No entanto, para o estudante de Gestão Ambiental e Engenharia Agrícola e de Recursos Hídricos Daniel Bragança, de 22 anos, ter a certificação e perder o contato com a língua após anos de estudo pode não ser tão válido assim. O universitário que fez curso por seis anos admite que ganhou fluência após um estágio no Jardim Botânico.

“Eu tinha um bom conhecimento no idioma, mas fluência mesmo eu adquiri com o estágio. Como o Jardim Botânico é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio, eu tinha contato com falantes nativos. Isso foi uma experiência de grande valor. Hoje, vejo que vale muito mais economizar para um intercâmbio do que passar tanto tempo em um curso”, analisa Daniel.

Além do verbo “To Be”

É comum associar o ensino de inglês nas escolas ao verbo to be. Mas para o professor e especialista em linguística aplicada ao ensino de inglês pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Ricardo Benevides, a língua ensinada nas escolas pode ir muito além. Criatividade e dedicação ajudam a driblar algumas dificuldades e tornam a aula mais interessante. Outro engano é pensar que o inglês instrumental deve ser utilizado somente para a leitura. Sobre as diferenças entre cursos particulares e as escolas regulares, ele destaca que, nas escolas, a flexibilidade para trabalhar os conteúdos é muito maior do que nos cursos, que têm uma metodologia muito rígida.

“Muitos professores acreditam que o inglês instrumental não deve trabalhar a pronúncia. Quem só trabalha com gramática, não dota o aluno de conhecimento. Em uma turma de trinta e cinco alunos da rede estadual, consegui com que os alunos apresentassem trabalhos sobre o meio ambiente. Eles fizeram apresentações musicais e audiovisuais bem legais”, conta Ricardo, que é professor da rede estadual, da rede municipal de Itaboraí, e de um curso particular.

A professora titular da PUC São Paulo, Rosinda Guerra Ramos, cansou de argumentar que o conceito de inglês instrumental voltado somente para a leitura está errado. Para evitar maiores dores de cabeça, a comunidade acadêmica propôs a mudança de nome para “inglês para fins específicos”. Ela conta que a metodologia chegou ao Brasil na década de 1970 para o ensino de francês. Em 1978, a professora Maria Antonieta Alba Celani, da PUC-SP, com apoio do Ministério da Educação e do Conselho Britânico criou o projeto “Inglês Instrumental em Universidades Brasileiras” que, em meados da década de 1980, teve a adesão das antigas escolas técnicas.

“Inglês instrumental e para fins específicos são a mesma coisa em qualquer lugar do mundo, mas no Brasil há essa distinção. O mito de que instrumental é leitura existe, porque no início do projeto verificou-se que os alunos precisavam ler. Então, o foco era esse. Na verdade, trabalhamos com as necessidades dos alunos que precisam saber usar a língua dentro de seus campos de atuação: negócios, vendas, turismo, hotelaria, entre outros”, explica.

Inglês para pilotar

Recentemente 130 pilotos foram reprovados nos testes de inglês da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De 2007 até fevereiro deste ano, foram avaliados 8.549 pilotos e 2.209 foram reprovados. A avaliação, que dura cerca de trinta minutos, é composta por quatro testes orais individuais nos quais o candidato fala sobre o cotidiano de seu trabalho e propõe soluções para problemas padrão e emergencial, após ouvir as situações. Os testes, realizados por professores contratados pela Anac, são gravados para análise e posterior elaboração de relatórios de avaliação.

Os requisitos de proficiência linguística estabelecidos pela ICAO estão voltados para a avaliação da proficiência comunicativa – as habilidades de falar (speaking) e compreender (listening), requerem o uso de uma escala padronizada para toda a comunidade da aviação – ICAO Language Proficiency Rating Scale. Esta escala define seis níveis de proficiência linguística, variando de Pré-Elementar (nível 1) a Expert (nível 6), englobando seis áreas de descrição linguística: pronúncia, estrutura, vocabulário, fluência, compreensão e interações orais. Pilotos que demonstram proficiência na língua inglesa em nível operacional (nível 4) devem ser avaliados pelo menos uma vez a cada três anos e os que demonstram proficiência em nível avançado (nível 5) devem ser avaliados pelo menos uma vez a cada seis anos. Já quem possui nível expert (nível 6) não necessita ser reavaliado.

Wesley Bonfante, 23 anos, não é piloto, mas resolveu começar a estudar o idioma aos 11 anos de idade em um curso comunitário oferecido por uma igreja e entre idas e vindas nos cursos, somaram-se sete anos de estudos. Formado em Letras, após um Teach Training Course (TTC, especialização oferecida por cursos de inglês) se tornou professor do idioma em um curso particular. Agora, Wesley disputa uma vaga para trabalhar no programa Disney International College, em Orlando.

“Para aprender qualquer língua, a pessoa tem que gostar. Outra coisa que sempre digo aos meus alunos é que a assiduidade é muito importante. Isso me ajudou bastante. Várias vezes estava desanimado ou cansado, mas não deixava de ir às aulas. Atualmente, a internet é um excelente recurso para músicas e vídeos”, incentiva Wesley.

Fonte: http://www.ofluminense.com.br/editorias/revista/com-eventos-importantes-vista-aprender-falar-ingles-vai-ser-essencial

Veja benefícios da Zumba, aula aeróbica movida a ritmos latinos

Aula de fitness com músicas latinas queima de 300 a 800 calorias!

Atividade promete afinar a silhueta, definir os músculos e momentos de muita diversão. Tudo de maneira dançante!

Cansada dos treinamentos sempre iguais de aeróbica da academia? Chegou a hora de conhecer a zumba! A aula de fitness promete fazer você queimar calorias e tonificar os músculos dançando e fazendo movimentos ao ritmo de músicas latinas empolgantes como salsa, merengue, cumbia, reggaeton, cha cha cha, latin pop, samba, reggae, calypso e bachata. “Como é um ritmo derivado de músicas latinas, o gasto de calorias é alto e as aulas são com muita intensidade”, explica o educador físico Thiago Martinez.

Mas não precisa ficar assustada achando que não conseguirá entrar no ritmo. Quem pratica a zumba afirma que não é preciso saber dançar para começar as aulas. Há diversos tipos de passos e a atmosfera é propícia a se arriscar no rebolado, já que o clima é de pura festa.

Corpinho em forma

“A zumba favorece o corpo todo, porém age nas pernas e tronco com mais ênfase, devido às posturas específicas e passos marcados do ritmo latino”, afirma Martinez. De acordo com o profissional, essas áreas são mais torneadas porque esse tipo de exercício exige mais esforços e movimentos dos membros inferiores e da cintura.

Tal qual outras atividades aeróbicas, como andar de bicicleta e fazer aulas de jump, a zumba contribui para a queima (e muita!) de calorias, o que, aliado a uma alimentação balanceada, gera o emagrecimento. Segundo Martinez, uma frequência média de duas a quatro aulas por semana promove um gasto calórico que pode ser visto no espelho em cerca de dois meses. Convidativo, não?

Por que zumba?

“A vantagem é o momento lúdico que a atividade proporciona, além da promoção da saúde cardiovascular”, define o educador físico. Isso porque as aulas propiciam momentos de distração ao mesmo tempo de intensa atividade do organismo.

Esses são os principais motivos para experimentar a zumba, mas além disso é uma atividade física divertida, já que dançando e fazendo os movimentos você nem percebe que está se exercitando; é fácil, qualquer pessoa pode participar pois os passos são básicos; é diferente de tudo que já existiu nas academias; e o mais importante: é eficaz, já que ajuda a deixar seu corpo em forma.

Martinez destaca que a atividade não pode ser comparada à musculação, já que o exercício com aparelhos visa trabalhar músculos específicos, enquanto a zumba tem como objetivo o corpo todo, focando a parte cardíaca, similar às aulas de ginástica.

Como surgiu?

Devolver a diversão ao fitness. Foi o que fez o colombiano Alberto Perez, conhecido como Beto. O professor de aeróbica criou a modalidade por acaso, quando improvisou uma de suas aulas com músicas latinas que tinha no seu carro. Percebendo o sucesso da aula, o profissional passou a adaptar o formato, resultando no que conhecemos hoje como zumba. A fama de Beto ficou tão grande que até a cantora Shakira o contratou como coreógrafo de um de seus discos.

Em 2001, vivendo nos Estados Unidos, Beto juntamente com mais dois especialistas em exercícios físicos criaram o Zumba Fitness. Desde então, a modalidade se espalhou pelo mundo, e hoje está presente em cerca de 75 países.

Por Larissa Faria

Texto: Amanda Dias Consultoria: Thiago Martinez, educador físico especialista em correção postural.

Fonte: www.zumbabrasil.blogspot.com.br

Novidade no mercado, iogurte grego tem mais gordura que o tradicional

Recém-chegado às gôndolas dos supermercados –e forte candidato a virar mania– o iogurte grego tem até o dobro de calorias e três vezes mais gordura que o iogurte tradicional.

Um pote (100 g) do produto da marca Vigor tem 5,1 gramas de gordura saturada e 151 calorias, contra 1,3 grama de gordura e 58 calorias do tipo natural da mesma marca. Já o da Nestlé tem 113 calorias contra 74 do tradicional (sempre considerando a porção de 100 gramas), e quase a mesma quantidade de gordura.

As marcas lançaram campanhas neste mês divulgando as vantagens do iogurte, que já é velho conhecido nos Estados Unidos e na Europa. As principais diferenças em relação ao tradicional são a consistência mais firme e a menor acidez. “É como se fosse concentrado”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria.

Editoria de Arte/Folhapress

O que garante a textura diferente é a gordura –o da Vigor tem creme de leite na fórmula. E todos já vêm adoçados, com açúcar mesmo.

“É um iogurte pesado”, afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, especialista em nutrição funcional. Para ela, a novidade só tem desvantagens. “Por ser um derivado lácteo, presume-se que seja saudável. Mas duas porções por dia desse iogurte são 300 calorias. Socorro.”

Para quem está de dieta, nem pensar. “Compensa muito mais tomar um copo de leite magro e comer uma fatia de queijo branco. Dá mais saciedade”, complementa.

O iogurte grego está sendo vendido em embalagens de 100 gramas, enquanto o tradicional vem em potes de 170 gramas ou 200 gramas. “Fizeram potes pequenos para o consumidor não assustar com o total de calorias”, opina a nutricionista Daniela Jobst.

“Tem que tomar cuidadoporque, em comparação com o normal, só aumenta o que é ruim: açúcar e gordura. E é a pior gordura que tem [a saturada], de origem animal.”

O novo iogurte pode, entretanto, funcionar para matar a vontade de comer doce. “Às vezes, a pessoa come algo light e acha que não comeu nada. Esse produto deve ajudar a segurar a onda, e é fonte de cálcio e de proteína”, afirma a nutricionista Antonaccio.

GORDO, MAS GOSTOSO

Por meio de nota, a Nestlé informou que o iogurte grego faz parte de uma nova categoria, “voltada para quem busca como principais atributos sabor e textura”. O produto não é vendido como sendo de baixa caloria, lembra.

A Vigor disse que sua proposta “é oferecer um produto superior do ponto de vista de cremosidade e sabor”. Segundo a nota, toda a gordura do iogurte vem do creme de leite, “que garante a textura”.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1158487-novidade-no-mercado-iogurte-grego-tem-mais-gordura-que-o-tradicional.shtml

Por que proteínas são tão necessárias na gravidez?

Os aminoácidos que compõem as proteínas são os tijolos das células do nosso corpo, assim como do bebê em desenvolvimento. É fundamental consumir doses adequadas de proteína na gravidez toda, mas, especialmente, no segundo e no terceiro trimestres, quando o bebê cresce mais rápido. Nessa fase, os seios e órgãos internos da mãe estão também crescendo para acomodar as necessidades do bebê.

Existe uma quantidade indicada de proteína?

Os especialistas aconselham mulheres grávidas a ingerir cerca de 70 gramas de proteína por dia (equivalente a dois copos de leite, um filé de peito de frango de 140 gramas , mais duas colheres de arroz, uma concha de feijão preto e duas colheres de salada de grão-de-bico), e as não grávidas, mais ou menos 45 gramas.

Você não precisa ficar quebrando a cabeça ou comprar uma balança para comer exatamente isso todos os dias. O importante é manter uma média no decorrer de alguns dias ou uma semana. Ou seja, um dia pode ter mais e outro, menos.

Entre as principais fontes de proteínas estão as carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, leite, queijos e iogurte.

Embora produtos de origem animal contenham proteínas completas (todos os nove componentes dos aminoácidos) e alimentos de origem vegetal não, uma alimentação diversificada e equilibrada ajudará você a consumir tudo o que precisa para se manter saudável.

Mesmo se você for vegetariana, poderá suprir suas necessidades diárias de proteína através de outras fontes alimentares, como laticínios, leguminosas (feijão, por exemplo) e produtos à base de soja como tofu.

Veja a seguir uma lista de alimentos ricos em proteína:

Laticínios
• 1/2 xícara de queijo tipo cottage: 14 gramas
• 1/2 xícara de ricota: 13,5 gramas
• pote de iogurte de baixa caloria (220 gramas): 9 a 12 gramas
• 2 colheres de sopa de queijo parmesão: 4 gramas
• 2 fatias de queijo mussarela: 6 gramas
• 1 xícara de leite semidesnatado : 8 gramas
• 1 ovo grande (frito ou cozido): 6 gramas

Leguminosas e castanhas
• 1/2 xícara de tofu cru (firme): 20 gramas
• 1 xícara de lentilha cozida: 18 gramas
• 1 xícara de feijão preto: 15 gramas
• 1 xícara de feijão carioca: 15 gramas
• 1 xícara de grão-de-bico: 12 gramas
• 30 gramas de amendoim torrado: 7 gramas
• 1 xícara de leite de soja: 8 gramas

Carne, frango e peixe
• 1/2 peito de frango assado (85 gramas): 27 gramas
• 1 coxa de frango assado (45 gramas): 12,5 gramas
• 1 ante-coxa de frango assado (50 gramas): 13,5 gramas
• 85 gramas de salmão: 23 gramas
• 1 filé de linguado de 130 gramas: 30 gramas
• 85 gramas de atum enlatado em água: 20 gramas
• 1 hambúrguer de carne bovina de 85 gramas (assado): 21 gramas
• 1 bife de carne bovina (85 gramas): 27 gramas

Sinais de carência de proteína

Preste atenção e converse com seu médico se você apresentar perda de peso, fadiga muscular, tiver infecções com frequência e grande retenção de líquido no corpo.

A falta de proteína durante a gestação pode comprometer o desenvolvimento fetal. Os pesquisadores já sabem que a má nutrição materna é um dos principais fatores que prejudicam o crescimento intrauterino.

Fonte: //brasil.babycenter.com/a5800040/alimenta%C3%A7%C3%A3o-na-gravidez–a-import%C3%A2ncia-das-prote%C3%ADnas#ixzz2VSy4MSDB

Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante

A importância de saber outros idiomas no mundo dos negócios se tornou vital. Após a globalização, ficou difícil ter pleno sucesso na carreira profissional sabendo apenas um idioma. A cada ano que passa, o domínio de línguas estrangeiras, principalmente o inglês, tornou-se requisito primordial para evoluir na profissão e para alcançar maiores patamares profissionais.

Com a padronização da prática do inglês nas corporações do mundo todo, as culturas, termos técnicos e linguagens se fundem cada vez mais e todas as companhias falam praticamente a mesma língua, independentemente da localidade no planeta. Para isso, é necessário um conhecimento profundo do inglês para conversas com parceiros internacionais e realizar viagens para o exterior, por exemplo. Segundo pesquisa realizada pela Catho Online, intitulada “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros”, que contou com a participação de 16.207 profissionais de diversas áreas, apenas 7,7% dos entrevistados informou ter o domínio da língua inglesa.

Ainda de acordo com o levantamento da Catho Online, os profissionais de níveis hierárquicos mais alto são os que possuem mais conhecimento no idioma, como presidentes (18,2%), vice-presidentes (16,1%) e diretores (18,6%). O nível hierárquico de trainee também mostra maior conhecimento na língua inglesa. Na pesquisa de 2007, 22,4% dos respondentes falava inglês, enquanto na edição de 2009, esse número subiu para 24,5%.

O profissional que quer estar preparado deve ter a visão de que é fundamental buscar o conhecimento de outra língua para não ficar de fora das oportunidades do mercado de trabalho. Para Analigia Martins, gerente de marketing da Englishtown, escola de inglês online, o processo de relacionamento entre empresas de todo o mundo tem se intensificado a cada ano, e as empresas de países emergentes já têm a possibilidade de competir em um mercado global. “Considerando que o inglês foi escolhido para ser o idioma oficial no mundo dos negócios no âmbito internacional, é preciso que o profissional esteja apto a se comunicar no idioma com diversas nacionalidades, inclusive”, comenta Analigia.

Uma coisa é conhecer um idioma, outra é dominá-lo. A competitividade e concorrência exigem muito do profissional, e a comunicação correta e assertiva do inglês é essencial. Cristiano Prado, gerente de infraestrutura e novos investimentos, da Frijan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de janeiro), viajou recentemente para Nova Iorque para realizar uma apresentação em uma multinacional parceira: “para fazer apresentações internacionais, é preciso aprender a língua, mas também é preciso ter a percepção de que a realidade internacional é diferente da nacional”. Segundo Cristiano, muitas vezes, em apresentações ou em debates, as pessoas fazem colocações onde percebe-se que estão fora do contexto cultural do país visitado, muito embora estejam dentro do contexto brasileiro e de sua empresa. “O maior desafio é se fazer entender, respeitando a cultura do interlocutor”, observa.

Algumas frases são praticamente padronizadas no mundo dos negócios. Termos e expressões como feedback, networking, core business e uma série de outras, são diariamente utilizadas dentro das corporações brasileiras e tornaram-se essenciais para a comunicação entre colaboradores, empresas e parceiros. “Ainda que não use uma outra língua imediatamente, a conexão mundial promovida pela internet e assuntos de âmbito global, como sustentabilidade e responsabilidade social, requerem dos profissionais conhecimentos em outras línguas, especialmente o inglês, para discutir tais tópicos em relações de trabalho”, aponta John Rogers, professor de inglês “in company” e que já lecionou para CEOs de grandes empresas brasileiras. Ainda para Rogers, como muitas expressões no mundo dos negócios são em inglês, muitas reuniões profissionais acabam tendo uma quantidade enorme dessas expressões, mesmo que a reunião toda seja feita em português. “Nos dias de hoje, é necessário ter uma noção básica da língua de qualquer maneira”, completa.

No caso de apresentações internacionais, como palestras e congressos, outra barreira a ser ultrapassada é a questão cultural. Além de conhecimentos técnicos, termos e expressões no idioma inglês, o profissional deve ter o conhecimento da cultura e ambiente em que vive a pessoa que está recebendo a mensagem. Analigia Martins, gerente da English Town revela: “um dos maiores desafios do executivo é adaptar-se rapidamente para a comunicação com pessoas nativas no idioma ou de outras nacionalidades, já que diferentes sotaques e expressões idiomáticas influenciam muito na compreensão da mensagem”.

Processo seletivo

Para concorrer a uma vaga de trabalho, dominar ou ter bons conhecimentos em outra língua é muito importante e definitivamente tornou-se um diferencial nos processos seletivos. Praticamente todos os programas de trainee de hoje em dia, por exemplo, exigem o domínio em outro idioma. Muitas vezes, a própria entrevista pode ser feita em inglês, a fim de testar os conhecimentos da língua e também os técnicos, do mundo dos negócios.

O concorrente deve tomar cuidado para não tentar usar palavras muito rebuscadas, que, na hora do estresse e nervosismo, podem ser mal colocadas ou mesmo parecer sem sentido, comprometendo o desempenho. John Rogers explica como procede para orientar seus alunos: “com o desenvolvimento das habilidades de ler, escrever, entender e falar inglês, começamos a usar situações mais específicas e assuntos mais profundos, como opinião sobre política, fatos históricos ou assuntos da área na qual o estudante atua ou irá atuar”.

Fonte: Inglês: saber o idioma é cada vez mais importante | Portal Carreira & Sucesso